terça-feira, 20 de maio de 2014

A Aplicação Ontológica em uma visão mais geral - A Web Semântica
Leandro P. G. Silva  21/05



                                            © Brightfire View


Bem, no meu último post falei sobre o XML e prometi trazer um pouco sobre o OWL para vocês leitores. Com a intenção de não cometer o mesmo erro e tornar essa leitura pouco interessante, vim com uma aplicação prática para a linguagem OWL, na chamada Web Semântica.

Já pensou que louco seria se ao invés de palavras chave os buscadores como Google trabalhassem interpretando suas perguntas e fornecendo respostas?

Esse é o trabalho da Web Semântica, ou "web 3.0" como preferir, modelo tecnológico de partilha de dados e, do uso ontológico nos mecanismos de busca da web, com uma maior interação onde há o cruzamento das tags de conteúdo com seus dados disponibilizados e interpretação semântica para uma experiência mais fluída de navegação.

Seu enfoque é a desambiguação dos termos, pesquisas condizentes com o seu negócio e visibilidade para os mecanismos de busca, ao mesmo tempo que beneficia a empresa em sua organização de conteúdo.


                                © Whitheoaksblog

Com foco em sua criação à aplicação, a última, tão recente quanto a revolução mobile da "maçã" (2007), trouxe um vídeo debate promovido pelo pessoal da Academia Tech para vocês, que entre outras coisas, da exemplos reais de algo saído da academia para ser aplicado diretamente nas empresas:

Web Semântica | Os desafios por trás da nova web


Dá para ver que discordo do colega Tiago sobre a importância da chamada Web 3.0, não é mesmo?

Veja mais com um expert: http://www.brightfire.co.uk/blog/2012/marketing-automation-2/tech-expert-prediction-a-web-3-0-boom-by-2014


Fontes: 
http://tableless.com.br/a-web-semantica/
http://pt.m.wikipedia.org/wiki/Web_sem%C3%A2ntica

8 comentários:

  1. Ótimo post, a WEB 3.0 será pautada na geração de conteúdo personalizado, feito baseado no comportamento do internauta. Desde que não extrapolem os limites da privacidade sem consentimento do usuário, para mim é totalmente válida a internet se adaptar aos perfis de seus usuários. Um filtro com base no seu comportamento aumentaria bastante a produtividade de quem precisa da internet para realizar tarefas do cotidiano, principalmente quando se fala tanto que o segredo de extrair conteúdo de qualidade da internet é saber filtrar as informações disponíveis.

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    1. Vi seu Lattes, favoritos no YouTube, concursos, reclamações... Tudo isso digitando apenas o seu nome no Google, isso vinculado ao seu Fabebook acaba revelando muita coisa de forma pública. Como chamar sua atenção com focos de interesse e sem ambiguidades em suas pesquisas? Esse é o trabalho dessa web integrada.

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    2. Mas ta ai um grande problema dessa pesquisa mais enxuta ;pessoas com segundas intenções podem eventualmente minerar esse tipo de dado que é semeado de forma indiscriminada na web e filtrado por esses mecanismos de busca. e utilizar contra o dententor daquele dado .imagino que no futuro existirao juizados especiais de privacidade . .

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  2. cara, isso é massa demais. Acho que rola até um pouco de uma relação com a inteligência artificial ai. A evolução é grande demais! Jaja o Google vai estar falando conosco

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  3. Leandro, quando digo que a web 3.0 é um aperfeiçoamente assim como a internet 2.0 também não tenho intenção de dizer que ela é igual as outras. A questão é que a web 2.0 teve elementos já presentes na web 1.0 só que com algo a mais que seria a interatividade com o usuario. E por sua vez a web 3.0 tem os elementos já existentes na web 2.0 só que com o uma ferramenta a mais que é a analize de dados e a criação de perfis (que se encaixa na area de inteligencia artificial). Portanto, como estamos falando de ciência e sabemos que fazer ciência é pegar conhecimentos existentes e complementa-los, ou seja, colaborar para o crescimento do conhecimento humano a web 3.0 é, sim, um aperfeiçoamento das existentes anteriormente.

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  4. "Eu avistei mais longe do que muitos, porque fiquei de pé em ombros de gigantes." Albert Einstein.

    o que ele quis dizer foi que todo o seu sucesso na ciência dependeu dos grandes homens que vieram antes dele como Isaac Newton, Galileu etc. Acredito que isso se encaixa perfeitamente no que quero dizer.

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  5. Talvez nem fosse necessário interpretar as perguntas, mais analisar nosso histórico, quantos rastros deixamos pela internet, normalmente ou mais frequentemente vemos aquilo que nos atrai que nos interessa e mediante a isso seria possível desenhar o perfil do usuário, o Firefox e Google Chrome já estão trabalhando nesse foco, entretanto imagine essas informações guardadas durante toda a vida do internauta durante todo processo de navegação, todos essas informações disponíveis e auxiliando a inteligência artificial embutida no código para tomar as decisões mais assertivas. Existem muitas possibilidades a serem utilizadas na evolução dessa nova internet.

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  6. Interessante a Web Semântica, em seu sentido mais "semântico" da coisa, se não me engano nesta camada em que está a linguagem OWL é a que a pretende atribuir significado aos dados, (ou a que isso parece mais explícito, talvez? Oo), podendo assim retornar informações mais precisas do que buscas que fazemos atualmente onde retornam-se milhares de páginas inúteis.

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